Veja nesta
seção: chip para álcool, mistura louca: álcool+gasolina,
a lenda da manutenção cara, kit de temperatura, esquema do
carburador a álcool e muitas dicas para seu Tempra.
| Chip
de conversão de motor a gasolina para álcool. Vale a pena... mesmo? |
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Por Eduardo Pincigher -AutoShow |
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Com o alto preço da gasolina, vem surgindo uma peça milagrosa no mercado de oficinas que promete reduzir pela metade as despesas com reabastecimentos. O princípio seria bastante simples: um chip, ao preço médio de R$ 350, colocado na central de gerenciamento eletrônico de ignição/injeção, que consegue adaptar o motor ao consumo de álcool. Só o chip, segundo os mecânicos, já seria suficiente, embora, originalmente, várias peças são alteradas no motor a álcool, como anéis, pistões, bicos injetores, bomba de combustível e a própria taxa de compressão. |
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Antes de mais nada, convém analisar que essa peça, por mais avançada tecnologicamente que seja, terá sua reprogramação feita de modo artesanal, uma vez que cada “preparador” utilizará seu software de alterações. Só desse item já se gera alguma desconfiança, pois, grosso modo, um pode funcionar e o outro não. E aí surge a segunda questão: haveria condições de se rever o mapeamento de um chip, segundo o que se promete? Para Valter Nishimoto, da Frison Convenience, oficina que não faz a conversão, o processo até pode ser feito. “O problema é que você sempre terá algumas imprecisões de funcionamento, como engasgadas nas retomadas e dificuldades na partida a frio”, garante. |
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Contudo, segundo Nishimoto, o proprietário do carro “convertido” precisa ficar atento a outras questões. “O álcool oferece resfriamento e lubrificação menores que a gasolina, o que deve provocar um ataque corrosivo aos bicos injetores e à bomba de combustível, podendo danificá-los”, explica. Isso significa que a economia gerada pela compra de álcool na bomba pode se esvair na troca precoce de componentes: na média, uma bomba não custa menos de R$ 300 e um jogo de bicos injetores sai por R$ 800. E você ainda paga pela mão-de-obra do conserto... |
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Já o Engº Marco Saltini, diretor de Normas da Associação de Engenharia Automotiva, é ainda mais enfático: “Se funcionar é galopar com o carro, funciona”, ressaltando que todo o problema se origina na queima ruim do combustível. “Mexer em uma ou outra curva de avanço é insuficiente. Você vai ter um funcionamento irregular do motor, onde consumo e emissão de poluentes pioram sensivelmente”, complementa. Além disso, Saltini alerta para outra peça que pode dar defeito: o catalisador. Como a queima do álcool é ruim através do chip remapeado, o excedente líquido que não foi aproveitado na combustão acaba sendo queimado no catalisador, o que aumenta muito sua temperatura e pode fundir a colméia de cerâmica. Aí vão mais uns R$ 400 ou R$ 500. |
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Para Alvino Pereira, proprietário da Oficina Afinauto, na região central de São Paulo, que também não realiza a conversão, o problema vai além. “Muitos desses mecânicos não conseguem alterar o mapeamento do chip e acabam promovendo outras modificações no carro que o dono sequer fica sabendo”, alerta. Segundo Pereira, o mecânico aumenta a pressão da bomba para dar-lhe maior vazão e instala um diodo no sensor de massa, que lê a temperatura do ar admitido no intuito de enganar a central eletrônica, que passa a entender que o ar está sempre frio e que há a necessidade constante de enriquecer a mistura. |
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Mas, afinal, pra serve o chip? Como num computador, ele armazena informações e dados. No caso do motor do carro, chega a conter cerca de 800 a 1.000 variáveis de mapas de funcionamento do motor. Em cada uma delas, que é composta por uma matriz matemática de 16x16, totalizando 256 dados numéricos, você encontra a situação ideal de avanço da ignição e de tempo de injeção. Por exemplo: você está numa reta, a 80 km/h, em 5ª marcha, com 15% de carga na aceleração. Nessa situação, hipoteticamente, o motor está trabalhando com 12° de avanço e com tempo de injeção de 20 milissegundos. |
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Começa uma subida e você quer ultrapassar um caminhão: sem reduzir, você aperta o pé no fundo. Como a tendência é que o motor detone (bata pino), ele vai adiantar o ponto para ganhar maior rendimento, mas, ao “ouvir” a batida de pino, ele logo atrasa o ponto de ignição, aumentando a injeção para 50 milissegundos. OK? Bom, além desse, considere que há outros 999 mapas. E isso sem contar os motores dotados de acelerador eletrônico, como o Drive by Wire da Fiat e o E-Gas da Volks. Eles chegam a 3.000 variáveis de mapas! |
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O que os mecânicos fazem? Sabendo que o álcool tem menor poder calorífico que a gasolina, ou seja, você precisa de um volume maior de álcool na câmara para gerar a combustão, eles prometem elevar as curvas de avanço e os tempos de injeção através de um fator de correção. É como se você, grosseiramente, girasse um botão e todas as curvas fossem adiantadas em 5º e o tempo de injeção fosse duplicado. |
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Segundo o Engº Jaime Gulinelli, que é preparador de motores de competição em Campinas (SP), isso é impossível. “Não há um ajuste linear. Você até consegue elevar algumas curvas através de fatores de correção, mas a infinidade de outros dados acaba invalidando esse ajuste. Perde-se aquela concepção do motor original de funcionar sempre com o máximo rendimento e o menor consumo possível, sem esquecer da emissão de poluentes”. E é por esta razão que um motor convertido gasta mais que um movido a álcool originalmente, assim como tem menor desempenho e, ainda, promove um funcionamento irregular. |
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OK. Discussões técnicas à parte, há outro senão que reforça a desconfiança à real eficiência do chip. A simplicidade com que se promete readequar a centralina através do chip reprogramado parece duvidosa, visto que a Bosch, por exemplo, levou 18 meses para acertar o chip que equiparia o Astra a álcool. Será que esses mecânicos têm o chip ideal para o motor do seu carro, assim, tão fácil? |
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Além disso, há de se considerar, também, o risco de incêndio causado por essa conversão. É simples: como ocorre o fogo? Você precisa ter combustível, ar e faísca, certo? Os dois primeiros numa condição ideal de mistura, que é a chamada estequiométrica. Pois a bomba de gasolina, que é elétrica, trabalha submersa no combustível e é aparelhada com um jogo de escovas do motorzinho elétrico que, ocasionalmente, pode gerar faíscas. Pois bem. |
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Quando é projetado, o sistema leva em consideração as proporções ideais para a combustão espontânea da gasolina E-25: 13,5 kg de ar para 1 kg de gasolina. Se essa mesma bomba estiver pressurizando álcool num carro convertido, a mistura cai para 8,6 kg de ar para 1 kg de álcool, isto é, você precisa de menos ar para queimar o álcool, em razão de sua alta volatilidade. |
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Adivinhe? O risco, embora pequeno, passa a ser considerado quando o tanque estiver quase vazio, pois aumentará muito a quantidade de ar/vapor dentro dele, chegando próximo à mistura estequiométrica ideal para a combustão. Tanto isso é verdade que, segundo a Bosch, a bomba de combustível original à álcool trabalha com outro sistema de escovas do motor, que evita terminantemente a exposição de faíscas. |
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Portanto, além da eficácia duvidosa, você corre riscos de anular a economia proporcionada pelo álcool na substituição precoce das peças, sem contar a possibilidade, que é remota, mas existe, de provocar um acidente desastroso através de um incêndio. Pense bem. Como dizia o velho ditado, “quem paga barato (R$ 350 parece muito pouco para uma mudança tão significativa no funcionamento de um motor), paga... duas vezes”. |
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| ALERTA: nunca misture mais álcool na gasolina |
| Alexandre Alves - Portal Automovel.com.br |
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Motoristas de diferentes regiões do país estão misturando álcool e gasolina no motor do carro, adaptado apenas para gasolina, na hora de abastecer. A prática, apelidada de "rabo de galo", pode ser tão prejudicial ao veículo quanto a utilização de gasolina adulterada. Com o objetivo de explicar aos motoristas e revendedores os danos causados por essa prática, a Ipiranga iniciou um trabalho de orientação em sua rede de postos. "O que muitos desconhecem é que a economia momentânea é extremamente danosa ao motor do veículo e a mistura de álcool hidratado (que pode conter até 7,4% de água na sua composição) à gasolina pode ocasionar uma série de problemas ao veículo", alerta Marcelo Gonçalves, assessor técnico de combustíveis da Ipiranga. |
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A gasolina comum não contém água e possui 25% de álcool anidro, que é um componente fundamental. No entanto, quando o motorista faz o "rabo de galo", ele mistura na gasolina álcool hidratado (que contém água). A presença de água provoca uma instabilidade na composição e pode separar a mistura em duas fases: álcool-gasolina e álcool-água. "Como a mistura álcool-água é mais pesada que a gasolina, ela ficará no fundo do tanque. A gasolina, contendo ainda um pouco de álcool, ficará na parte superior do tanque. A retirada de álcool da gasolina reduz a octanagem da gasolina comum e provoca perda de potência e aumento de consumo, podendo causar ainda a chamada "batida de pino". Esse carro, a médio e longo prazo terá sérios problemas mecânicos", explica Marcelo Gonçalves. |
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Segundo o professor da Faculdade de Engenharia Mecânica da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), Franco Guiseppe Dedini, a curto prazo o veículo com combustível inadequado fica com pior rendimento e o consumo aumenta. "Depois de um prazo de dois anos é que aparecem os principais problemas como corrosão dos componentes, piora na situação do motor e no sistema de combustão", explica. Franco acrescenta que o álcool acaba corroendo alguns sistemas e peças, tanto metálicas como de plástico. "Como o álcool hidratado é mais barato, na hora de abastecer há uma economia. O que o motorista não está contabilizando é o aumento de consumo e o desgaste prematuro de peças, exigindo trocas antecipadas. Sem contar com o tempo que o veículo fica parado na oficina", ressalta Marcelo Gonçalves. |
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Para mostrar que a economia momentânea pode custar caro, a Ipiranga fez uma simulação. Um motorista que esteja hoje consumindo 200 litros de gasolina por mês a um preço hipotético de R$ 1,60, gasta mensalmente R$ 320,00. Misturando meio a meio os dois combustíveis, gastaria R$ 220,00, considerando o preço de R$ 0,60 para o álcool hidratado. Devemos levar em consideração que, por ter o álcool menor poder energético, um carro consome uma quantidade maior de "rabo de galo" do que consumiria de gasolina para percorrer um mesmo trecho. Então, o consumo desta mistura poderá ser cerca de 20% maior, ou seja, um custo de R$ 264,00. A economia mensal seria de R$ 320,00 - 264,00 = 56,00. Porém, o custo de substituição de peças que podem sofrer danos (bomba de combustível, válvula reguladora de pressão, mangueiras, bicos injetores e filtros) oscilará de R$ 870,00 até R$ 1.570,00. Foram considerados valores médios para um veículo motor 1.0 L, sem incluir o custo da mão-de-obra. |
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O TempraClube não recomenda a conversão do Tempra para álcool baseado exclusivamente no remapeamento do chip, muito menos a prática de misturar combustível. |
| Você tem certeza que as peças do Tempra são mais caras? |
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O “Tipo Tre”, isto é, Tipo três volumes, que seria o nascedouro do Projeto Tempra, foi criado na Itália no final dos anos 80. No Brasil, surgiu em 1991, modelo 92, colocando um ponto final na enorme expectativa que havia na época pelo lançamento de um Fiat de porte médio/grande. Mas seria em 1993 que ele escreveria seu nome na história: o primeiro carro brasileiro com cabeçote de 4 válvulas por cilindro, o “esportivo” Tempra Ouro 16V. |
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Daí pra frente, ele adotou a injeção eletrônica também na versão básica e, de quebra, ainda estreou a versão Turbo de fábrica. Com a chegada do novo Vectra, em 1997, porém, ele sucumbiu totalmente ao belo e renovado sedã da GM, esticando sua produção até 1999, ano de nascimento do Marea. Mas e hoje, como é o comportamento do Tempra no mercado de carros usados? |
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Para cada dez perguntas de internautas interessados em comprar o sedã, nove referem-se ao eventual “alto custo de manutenção” que seria apresentado pelo modelo. Justa ou não, essa afirmação parece ser o único entrave para uma aceitação ainda melhor do sedã descontinuado da Fiat no mercado de usados. Após uma sentida desvalorização nos últimos anos, o fato é que o Tempra chegou em um patamar de preços altamente convidativo. De tão barato, ele parece ser um ótimo negócio, exceção feita ao tal custo das peças. Será mesmo? |
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Algumas “leis de mercado” parecem ter nascido de um ou outro exemplo, onde a exceção acaba virando regra. Pode até ser que, lá atrás, quando a Fiat começou a produção do carro, suas peças realmente fossem mais caras. Mas, definitivamente, não é o que ocorre hoje. Pois então vejamos: um jogo de amortecedores de Tempra pode ser achado por R$ 180. O do Vectra, R$ 210 (modelo antigo, até 96), ou R$ 225 para o modelo novo, a partir de 97. No Santana, você paga 245. O Tempra só não é mais barato que o Monza, que requer apenas R$ 140 na troca do jogo de amortecedores. |
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Precisou
trocar a embreagem de seu Tempra? OK. É só desembolsar R$ 170. Para o
Vectra, a despesa sobe para R$ 350, enquanto no Santana não passa de R$
135. Velas, filtros, pastilhas, enfim, os preços são muito similares.
Mas suponha que aconteceu o pior: você comprou um Tempra e seu motor
fundiu. Pois bem: a base de troca, desembolsa-se R$ 1.700 por um motor
recondicionado, tanto o 8V como o 16V. No Vectra, ele vai custar R$
1.500 no 2.0 e 2.2 8V, mas salta para R$ 2.400 nas versões 16V. Claro
que... o Santana, bom, cai para R$ 950, mas, conforme se viu em vários
exemplos, o Tempra não chega a ser o mais barato. |
Lembramos que manutenção cara, é aquela que não é feita na hora certa.
KIT
Assistencial de
Temperatura:
O que é isso?
É a solução para eliminar
as altas temperaturas
do Tempra. Agora, seu Tempra vai ficar friozinho.... :)
Detalhe: A manutenção continua imprescindível.
O Kit não resolve nada em caso de descuido e relaxo.
Nem todos os Tempra necessitam do kit.
Verifique o estado da válvula termostática, relês
das ventoinhas e resistor da ventoinha, bem como se o radiador
não está entupido, o que compromete o correto resfriamento correto.
A falha de algum deles, pode levar ao aquecimento também,
mesmo com o kit.
"O que a Fiat fez foi
transferir a
cebolinha de posição. Em alguns modelos do Tempra a cebolinha do
radiador é do lado esquerdo do carro, próxima ao filtro de ar, ou do lado
direito olhando pela frente. Nos mais novos, ela está do lado direito, ou seja mais
próxima da entrada de água quente. Seguinte, agora eles colocam-na no tubo
de saída de água quente do motor após a válvula termostática, ou seja agora
ela realmente sente a temperatura exata do cabeçote e consequentemente da
água. Parece uma boa solução. Vem no kit, um tampão para tapar o antigo
local da cebolinha no radiador, chicote elétrico com rele, braçadeiras, etc. "
O kit deve ser encomendado numa
Concessionária Fiat e seu custo
está em cerca de R$139,00
colocado (Fiat). O código do kit é 7078113 e ele
pode ser aplicado em qualquer modelo Tempra.
Em oficinas particulares, o preço pode sair por 85 reais colocado.
O Editor deste site também já utiliza o
kit. Dúvidas? É só perguntar.
O Kit saiu de linha
e agora está mais difícil encontrá-lo.
Só é possível encontrá-lo em oficinas e algumas
poucas concessionárias que ainda tem o kit no estoque.
Para saber em qual Fiat mais perto de você, o kit ainda pode
ser encontrado, ligue para 08007071000 para solicitá-lo.

Sem o kit, a temperatura sobe facilmente até os 110º, quando
só então, a ventoinha consegue refrigerar a água e o motor do Tempra. Muito tarde, não
acha? E bem no limite.
Com o kit, a ventoinha é acionada entre 90º e 100º, não passando disso mesmo
subindo uma serra, ou preso em engarrafamentos. Com o ar ligado ele dificilmente passa dos
90º graus.
É um investimento que vale a pena. :)
(Colaboração: Mariano Urquiza)
VOCÊ TEM DÚVIDAS SOBRE
MANUTENÇÃO?!?
Então escreva para nós!!! É só preencher seus dados
na
seção DÚVIDAS!!!
Esquema
Carburador:
Tempra a álcool
Iremos
descrever a seguir o esquema de ligação do carburador utilizado no Fiat Tempra
a álcool.
O esquema é meio complexo, por isso estamos descrevendo-o. Uma simples
Os itens numerados estão descritos na tabela abaixo:
01 Bomba de combustível - circuito
principal
02 Filtro de combustível
03 Carburador
04 Eletroválvula de controle da marcha lenta - ar condicionado
05 Eletroválvula de controle do avanço a vácuo do distribuidor
06 Eletroválvula de controle de combustível - circuito auxiliar
07 Eletrobomba de gasolina - circuito auxiliar
08 Termoválvula de controle da power valve
09 Termoválvula de controle da abertura do segundo corpo
10 Interruptor termoelétrico de comando da eletroválvula
11 Interruptor termoelétrico de comando da eletroválvula
12 Reservatório de partida a frio
13 Válvula Delay de controle do avanço a vácuo do distribuidor
14 Avanço a vácuo do distribuidor
15 Coletor de admissão
A ligação correta do carburador irá garantir um ajuste perfeito do
mesmo, diminuindo o consumo e as emissões de poluentes. Com uma melhor combustão, o motor irá desenvolver todo o seu rendimento.Colaboração: Éder Souza
Recall do Tempra:
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VEÍCULO
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MOTIVO
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Tempra
94/95/96/97 - Versões Turbo e Stile
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Substituição
do cilindro-mestre e servofreio, do tubo de combustível e dos tubos
de recirculação de óleo do radiador.
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Tempra
95 - 8 válvulas e 16 válvulas
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Troca
das rodas de liga leve.
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Tempra
92 e 93
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Troca
do tubo tomada de vácuo do servofreio.
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Não deixe de verificar se a troca foi feita pelo dono anterior.
Média de gastos
de um Tempra 8V:
(Base:
Antigo Tempra 8V
95 do Editor do site)
Meu carro está
atualmente com 112.000 km. Vejamos o que eu troquei até hoje.
Comprado com 30 mil km.
1997/30 mil km - resistor da ventoinha - 15
reais colocado.
1998/37 mil km - Troca das velas originais pelas Super 4 da Bosch
- 45 reais.
1998/45 mil km - mangueirinha em 'v' da bombadágua - 25 reais colocado.
1999/62 mil km - embreagem completa - 229 reais colocada na Fiat com
garantia de 18 mil km.
1999/64 mil km - válvula termostática - 35 reais colocada.
1999/65 mil km - escapamento e silencioso - 100 reais colocado.
1999/66 mil km - bomba dágua - 220 reais colocada. Com mais 12 reais
troquei a correia dentada que estava com 36 mil km de uso.
1999/67 mil km - kit de temperatura - 68 reais da peça + 15
de mão de obra, em oficina particular.
1999/68 mil km - pneus - 130 reais (cada) colocado, com balanceamento,
alinhamento e geometria grátis.
1999/69 mil km - discos, pastilhas, cilindro da roda traseira, sangria do
fluído - 240 reais colocado e com garantia de 6 meses.
2000/74 mil km - Alinhamento, balanceamento e geometria nos 2
eixos - 50 reais.
2000/79 mil km - Alinhamento, balanceamento e geometria nos 2
eixos - 35 reais.
2000/80 mil km - Troca de óleo - 20 reais + 7 reais de aditivo.
2000/80 mil km - Troca de fluído e mangueiras do sistema de
arrefecimento
(preventivo) - 34 reais.
2000/80 mil km - Troca de escapamento, silencioso e 1º abafador - 120
reais.
2000/85 mil km - Troca da junta do distribuidor para eliminar vazamentos
- 20 reais
2000/85 mil km - Troca de óleo e filtro de combustível - 34 reais.
2000/85 mil km - Limpeza do corpo da injeção, do bico injetor e troca
de reparos - 85 reais.
2001/90 mil km - Alinhamento, geometria, cáster, cambagem - 50 reais.
2001/90 mil km - Troca de molas e
amortecedores - 180 reais (molas) e 320 reais (amort.) colocados.
2001/90 mil km - Troca da bateria
- 80 reais
2001/95 mil km - Troca de óleo, filtro de combustível,
óleo e ar - 50 reais.
2001/95 mil km - Troca de todas as
correias - 100 reais, colocadas.
2002/100 mil km - Pneus, 400 reais colocado.
2002/105 mil km - Troca de óleo, filtro de óleo, 45 reais, mais limpeza
do sistema de arrefecimento, por 30 reais.
Manutenção
preventiva feita de acordo com
o manual.
Com excessão da embreagem (trocada na Fiat), todas as trocas foram feitas no mecânico de
confiança e em centros especializados, no caso dos freios.
Devido ao custo, dificilmente levo o carro na Fiat.
Média de consumo: 9km/l e 12km/l, sem ar,
cidade e estrada.
: 8km/l e 11 km/l, com ar, cidade e estrada.
Média de gastos
de um Tempra Turbo:
(Base:
Atual Tempra Turbo Stile
97 do Editor do site)
Meu carro está
atualmente com 102.000 km. Vejamos o que eu troquei até hoje.
Comprado com 70 mil km.
2003/70 mil km -
todas as correias e junta do cabeçote, na garantia.
2003/73 mil km - Troca dos pneus e buchas da supensão,
alinhamento, balanceamento, geometria nos 2 eixos, cáster e cambagem
- 720 reais.
2003/75 mil km - escapamento e silencioso esportivo - 100 reais colocado.
2003/75 mil km -
Troca de óleo semi sintético - 100 reais.
2003/85 mil km - discos, pastilhas, cilindros de freio, sangria do
fluído - 640 reais.
2003/85 mil km - Troca de óleo semi sintético - 100
reais.
2003/85 mil km - Troca de fluído e mangueiras do sistema de
arrefecimento
(preventivo) - 34 reais.
2003/90 mil km - Troca da junta do distribuidor para eliminar vazamentos
- 30 reais
2003/90 mil km - Alinhamento, geometria, cáster, cambagem - 50 reais.
2004/92 mil km - Troca de
amortecedores turbo gás - 600 reais (amort.) colocados.
2004/93 mil km - Troca da bateria
- 100 reais.
2004/95 mil km - Troca de óleo, filtro de combustível,
óleo e ar - 130 reais.
2004/102 mil km - Troca da junta do distribuidor e do kit de reparo da
turbina - Sendo executado em 18/05/2004.
ECONOMIZE COMBUSTÍVEL:
(1) Não "estique" as marchas, trocando-as numa
rotação mais adequada.
(2)
Aceleração progressiva e controlada. Nada de arrancadas e freadas bruscas.
(3)
Evite prejuízos com gasolina suspeita, escolhendo bem o posto na hora de abastecer.
(4)
Sempre faça as revisões e manutenções preventivas nos bicos, velas, etc.
(5)
Utilize gasolina aditivada, ou aditivos para manter o sistema "limpo".
(6)
Não passe da velocidade limite do carro.
(7)
Verifique as condições do filtro de ar, filtro de combustível a cada 20 mil
km.
(9)
Sempre deixe os pneus bem calibrados, e não carregue peso "morto" no carro.
(10) Faça uso do freio motor em declives acentuados.
(11) Use o ar-condicionado sempre que necessário, mas sem exageros.
DICAS PARA SEU CARRO:
A prevenção ainda é a maneira
mais barata de cuidar
do seu carro. Não judie dele!!! :)