Limpador de Pára-Brisa: |
| Riscos
no pára-brisa: Palhetas do limpador de pára-brisas gastas provocam riscos no vidro que atrapalham a visibilidade do motorista. As palhetas são de borracha e ficam do lado externo do carro e por isso sofrem com as adversidades do tempo. Amolecem quando está muito quente e ressecam nos dias de frio. Resultado: o tempo de vida útil delas é curto. E não adianta esguichar água para tentar limpar o pára-brisas. O melhor é trocar as palhetas, o que deve ser feito a cada seis meses, conforme recomendação dos fabricantes. É um serviço rápido e barato e que pode ser feito enquanto você abastece o carro no posto de serviço. Ligue o limpador de pára-brisas logo nos primeiros pingos de chuva. Não espere que a chuva molhe todo o pára-brisa para ligar o limpador. Logo que começar a chover, acione o esguicho para lavar o vidro. Os resíduos de poeira e óleo no pára-brisa prejudicam a visibilidade quando misturado com a água da chuva. Mantenha o reservatório sempre cheio d'água e adicione um pouco de detergente, um detergente especial pra limpar vidros que pode ser encontrado em postos. É importante checar o funcionamento do esguicho e as condições do reservatório de água para não ser pego de surpresa nesses dias de chuva. Trinca no pára-brisas: Uma pequena trinca no pára-brisas pode ir aumentando com o tempo, e obrigar você a trocar o vidro. Mas se o estrago for pequeno, de modo que não impeça a visibilidade, vale a pena consertar. Existe um sistema de conserto chamado Dunbond. É uma resina que aplicada no centro da trinca e aquecida durante uma hora e meia por um raio de luz infra-vermelho impede que a rachadura se alastre.A trinca não fecha completamente mas não há mais o risco de se expandir. O produto só pode ser aplicado se a trinca tiver no máximo 5 centímetros e não partir da borracha lateral, onde a resina não penetra. |